Tiphareth

 

 

 

 

Dos muitos mundos possíveis

ao real impossível que vivemos –

dos verticais aos para dentro e aos para fora

dos azuis aos amarelos

dos mundos multidimensionais

dos planos aos curvos et

aos pequenos…

aquele em que estou – a minha alma

não cheguei porque quis, mas em busca de

verdade. Isso, ou nunca cheguei

sempre estive…

 

 

Esse mundo – lugar de imensa solidão e silêncio

quando avista de longe outra alma

acena, grita, aquele som sem som – voz inaudível

de náufrago

pedindo socorro…

E por dentro do dentro

algo afora floresce – uma esperança ou desespero – dobra

revira em espiral

à visão de companhia – o Outro

que nunca vem…

 

 

Não sei se sou eu que estou no lugar errado para o desejo

ou se é o desejo que anda errado por esse lugar –

nesse mundo dos mundos possíveis

não há mais ninguém.

 

 

 

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