A Caixa

 

 

 

 

 

 

 

Um frágil laço de fita prende a caixa com o sonho dourado

que é negro

e é fosco

por dentro

como todo segredo é guardado

(Negro e Opaco

no pacote sou eu que me guardo).

Como todo presente ele é claro

e é cinza, depois de passado

(Negro Enigma Opaco 

sou eu que me prendo no laço).

Ah quem me dera o meu amor

sempre brisa e nunca prisão

(Cego Enigma Negro Fosco

sou eu que me cego na luz sem face).

Quem me dera o meu amor

sempre

antes

de desprender-se a fita.

 

 

Juçana

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Um comentário sobre “A Caixa

  1. O Sopoesia continua lindo e suas poesias, bem… falam direto à alma. Só agora estou com tempo pra ir voltando pra net e pro Anoitan, praticamente não liguei o computador durante esses dias, dá pra acreditar? rsrs

    Agora estou aproveitando pra ir ao médico e fazer alguns exames de rotina, essas coisas só no País da gente mesmo. Estar aqui é muito bom em todos os sentidos…

    bjs

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