A Era de Aquário

Saturno, O Senhor do Carma,
O Tempo,
Antigo Regente de Aquário, Ar,
O Lado Luminoso de Cronos,
Revolucionário,
Masculino, Diurno,
Quando?

 

 

 Saturno/Júpiter

 

 

 

 
Quando O Tempo abandonar sua Ruína

E o velho encarquilhado desmontar pedra a pedra o edifício que erigiu

 

Quando dois mil anos se passarem

E a velha ferida em chama viva novamente reabrir

 

Quando a Era do Ouro for lembrança vaga

E da Cornucópia oca brotar apenas desespero

 

Quando O Velho desistir (não olhe para trás)

 

Os chifres esvaziados e ressequidos se tornarão em conchas

E das mãos do Aguadeiro se derramarão em águas

 

Quando as Águas Vivas curarem as antigas chagas

Lavarem a pele nova

E os olhos

 

O homem avistará no horizonte o velho

No Menino que retorna

 

Quando a Revolução for outra vez brinquedo nas mãos sérias do menino

Quando O Tempo for grave e urgir

 

Quando a cidade em berço na festa de batismo se engalanar

Quando a voz da criança linda que estão sonhando se fizer ouvir

Quando a Esperança na forma da menina resoluta anunciar “Eu Vim”

 

Quando: advérbio d’ Tempo

 

 

 
PS:

 

A_Estrelaconcha

 

 

 

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2 comentários sobre “A Era de Aquário

  1. Lindo o post, como sempre!

    Então não há quase nada a fazer, vamos beber da água da vida e nos entregar ao novo nascendo…

    Que Deus nos vivifique!!!

    bjs

  2. Adi,

    Mais ou menos, é aquela velha história do cara que quer ganhar na loteria e vai rezar na capela todo dia para o santo, até que um dia o santo, não aguentando mais, vira-se para ele e diz “mas pelo menos joga, né?” rs

    Temos que fazer a nossa parte, mas as forças envolvidas são titânicas e as ações revolucionárias e a colheita do carma social estão beneficiadas…

    Eu hoje pela manhã estive escrevendo um texto da mútua recepção entre Saturno em Escorpião (regente Plutão) e Plutão em Capricórnio (regente Saturno) para complementar a poesia e publicá-la no Anoitan – acabei mudando o finalzinho da poesia, para causar ainda mais impacto… acredito que melhorei a poesia, e o texto, bem, não é longo, mas acho que nunca escrevi nada tão “subversivo” em minha vida… rs um texto assim como o de hoje, 30 anos atrás, e eu seria presa e torturada… devo publicá-lo amanhã, pois decidi que ele deve dormir uma noite antes, para pensar bem no que vai dizer… rs

    Eu não comentei, mas esse gatinho que está usando de avatar é um doce de filhotinho…
    Lembra quando eu disse que não tinha mais bichinho de estimação e nem intenção em ter, depois da morte do meu último cachorro… mas, para queimar a minha língua, apareceu aqui em casa uma gatinha que resolveu me adotar… muito lindinha, tem o miado mais delicado que já ouvi, mas, é meio selvagem… só agora, depois de uns 6 meses lhe alisando e dando leitinho, que ela resolveu ronronar aos meus carinhos… no começo, pensei que ela tinha dono e me fazia visitas esporádicas, agora acho que ela é independente mesmo, desaparece 1 semana, eu até fico preocupada, depois ela aparece como se nada tivesse acontecido… eu fico analisando ela e ela a mim, estamos ainda nos conhecendo…

    Boa noite, Adi!
    Até amanhã :)

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